Compositor: Morrissey, Jesse Tobias
Oh, um rosto proletário me encara de volta
Através do vidro e cambaleia
Oh, me perdoe, nas ruas eu corri
Transformei a náusea em música popular
Ruas de buracos escuros, molhados
Em estradas que nunca conhece
Você nunca as tem
Mas elas sempre tem você
Até o dia em que você morrer
Não é piada
Oh, um rosto proletário me encara de volta
Através do vidro e cambaleia
Oh, perdoe-me, nas ruas eu corri
Transformei a náusea em música impopular
E tudo que as ruas podem fazer
É alegar que sabem realmente quem você é
E lhe avisar que se você não for embora
Acabará por matar ou ser morto
O que não é nada bom
Aqui todo mundo é amigável
Mas ninguém é amigo
Ó, Querido Deus
Quando será que vou estar onde tinha que estar?
E quando a vidente disse
Você vai morrer na quinta-feira
Eu disse: Não! Eu não! Não pode ser!
Querido Deus, leve ele
Leve eles, leve qualquer um
Os natimortos
Os recém-nascidos
Os doentes
Leve qualquer um
Leve as pessoas de Pittsburgh, Pensilvânia
Mas me poupe!